quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Porteiro do Puteiro


Porteiro do Puteiro

Não havia no povoado pior emprego do que ‘porteiro da zona’.

Mas que outra coisa poderia fazer aquele homem?

O fato é que nunca tinha aprendido a ler nem escrever, não tinha nenhuma outra atividade ou ofício.

Um dia, entrou como gerente do puteiro um jovem cheio de ideias, criativo e empreendedor, que decidiu modernizar o estabelecimento.

Fez mudanças e chamou os funcionários para as novas instruções.

Ao porteiro disse:

– A partir de hoje, o senhor, além de ficar na portaria, vai preparar um relatório semanal onde registrará a quantidade de pessoas que entram e seus comentários e reclamações sobre os serviços.

– Eu adoraria fazer isso, senhor, balbuciou – Mas eu não sei ler nem escrever.

– Ah! Quanto eu sinto! Mas se é assim, já não poderá seguir trabalhando aqui.

– Mas senhor, não pode me despedir, eu trabalhei nisto a minha vida  inteira, não sei fazer outra coisa.

– Olhe, eu compreendo, mas não posso fazer nada pelo senhor. Vamos dar-lhe uma boa indenização e espero que encontre algo que fazer. Eu sinto muito e que tenha sorte.

Dito isso, deu meia volta e foi embora. O porteiro sentiu como se o mundo desmoronasse. Que fazer?

Lembrou que no prostíbulo, quando quebrava alguma cadeira ou mesa, ele a arrumava, com cuidado e carinho.

Pensou que esta poderia ser uma boa ocupação até conseguir um emprego.

Mas só contava com alguns pregos enferrujados e um alicate mal conservado.

Usaria o dinheiro da indenização para comprar uma caixa de ferramentas completa.

Como o povoado não tinha casa de ferragens, deveria viajar dois dias em uma mula para ir ao povoado mais próximo para realizar a compra. E assim fez.

No seu regresso, um vizinho bateu à sua porta:

– Venho perguntar se você tem um martelo para me emprestar.

– Sim, acabo de comprá-lo, mas eu preciso dele para trabalhar, já que…

– Bom, mas eu o devolverei amanhã bem cedo.

– Se é assim, está bem.

Na manhã seguinte, como havia prometido, o vizinho bateu à porta e disse:

– Olha, eu ainda preciso do martelo. Porque você não o vende para mim?

– Não, eu preciso dele para trabalhar e além do mais, a casa de ferragens  mais próxima está a dois dias de viagem, de mula.

– Façamos um trato – disse o vizinho.

Eu pagarei os dias de ida e volta, mais o preço do martelo, já que você está sem trabalho no momento. Que lhe parece?

Realmente, isto lhe daria trabalho por mais dois dias. Aceitou.

Voltou a montar na sua mula e viajou.

No seu regresso, outro vizinho o  esperava na porta de sua casa.

– Olá, vizinho. Você vendeu um martelo a nosso amigo.

Eu necessito de algumas ferramentas, estou disposto a pagar-lhe seus dias de viagem,  mais um pequeno lucro para que você as compre para mim, pois não disponho de tempo para viajar para fazer compras.

Que lhe parece?

O ex-porteiro abriu sua caixa de ferramentas e seu vizinho escolheu um alicate, uma chave de fenda, um martelo e uma talhadeira. Pagou e foi embora. E nosso amigo guardou as palavras que escutara: ‘não disponho de tempo para viajar para fazer compras’.

Se isto fosse certo, muita gente poderia necessitar que ele viajasse para trazer as ferramentas.

Na viagem seguinte, arriscou um pouco mais de dinheiro, trazendo mais ferramentas do que as que já havia  vendido.

De fato, poderia economizar algum tempo em viagens.

A notícia começou a  se espalhar pelo povoado e muitos, querendo economizar a viagem, faziam  encomendas.

Agora, como vendedor de ferramentas, uma vez por semana viajava e trazia o que precisavam seus clientes.

Com o tempo, alugou um galpão para estocar as ferramentas e alguns meses depois,  comprou uma vitrine e um balcão e transformou o galpão na primeira  loja de ferragens do povoado. Todos estavam contentes e compravam dele.

Já não viajava, os fabricantes lhe enviavam os pedidos. Ele era um bom cliente. Com o tempo, as pessoas dos povoados vizinhos preferiam comprar na sua loja de ferragens, a ter de gastar dias em viagens.

Um dia ele lembrou de um amigo seu que era torneiro e ferreiro e pensou que este poderia fabricar as cabeças dos martelos.

E logo, por que não, as chaves de fendas, os alicates, as talhadeiras, etc …

E após foram os pregos e os parafusos…

Em poucos anos, ele se transformou, com seu trabalho, em um rico e próspero fabricante de ferramentas.

Um dia decidiu doar uma escola ao povoado.

Nela, além de ler e escrever,  as crianças aprenderiam algum ofício.

No dia da inauguração da escola, o prefeito lhe entregou as chaves da cidade, o abraçou e disse:

– É com grande orgulho e gratidão que lhe pedimos que nos conceda a honra de colocar a sua assinatura na primeira página do livro de atas desta nova escola.

– A honra seria minha, disse o homem. Seria a coisa que mais me daria prazer, assinar o livro, mas eu não sei ler nem escrever, sou  analfabeto.

– O Senhor? disse incrédulo o prefeito. O senhor construiu um  império industrial sem saber ler nem escrever? Estou abismado. Eu pergunto:

– O que teria sido do senhor se soubesse ler e escrever?

– Isso eu posso responder, disse o homem com toda a calma: – Se eu soubesse ler e escrever… ainda seria o PORTEIRO DO PUTEIRO

Essa história  refere-se a um grande industrial,  que hoje tem 10 fábricas, 5.500 empregados, produz 24 milhões de unidades variadas por mês e exporta com marca própria para mais de 120 países – é a única empresa genuinamente brasileira nessa condição. A cidadezinha citada é Carlos Barbosa, e fica no interior do Rio Grande do Sul.

Geralmente as mudanças são vistas como adversidades.

As adversidades podem  ser bênçãos.

As crises estão cheias de oportunidades.

Se alguém lhe bloquear a porta, não gaste energia com o confronto, procure as janelas.

Lembre-se da sabedoria da água: ‘A água nunca discute com seus obstáculos, mas os contorna’.

Que a sua vida seja cheia de vitórias, não importa se são grandes ou pequenas, o importante é comemorar cada uma delas.


Não sei a veracidade desse texto, mas como lição, uma reflexão.
As pessoas tendem a se acomodarem em qualquer baixa. E acredito que são nessas crises onde floresce a criatividade para seguirmos em frente da melhor forma.


A imagem desse post foi retirada do Google

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

A crise

O pernambucano tem mania de grandeza.
Tudo aqui é o maior, o melhor, o mais...

Não viajo muito para outros estados, mas convivo com pessoas que viajam e também sou curiosa.
O que me chamou a atenção, em relação a bares e restaurantes, é que aqui os preços são os MAIS caros do país. 

Como disse, não sei como são os preços nos outros estados, mas pagar 5,00 ou 6,00 reais em um café pequeno é cruel.
Adoro ir a cafeterias, mas está ficando impraticável, pelo menos para mim. .
Na cafeteria, com amigos, uma conversinha, um lanche básico e uma boa xícara de café, lá se vão 50,00(individual).
Hoje saiu uma reportagem no jornal Diário de Pernambuco(nem gosto de ler esse, mas para informação), falando da crise e a dificuldade em que os estabelecimentos alimentícios estão passando.
Dois foram citados.
Estão fechando na hora do almoço e aos domingos por que o consumidor não está frequentando.
Claro que não!
São caríssimos.

A "crise" para esse setor, abala aos que só visam grandes lucros.
Falta criatividade para chamar seus clientes.

Sim, eu entendo que há impostos, aluguel, funcionários, fornecedores, manutenção...
Mas não justifica preços altíssimos em produto onde se pode ganhar até 200% em cima do custo, mas se cobra o dobro, o triplo.

Me lembrei da fábula do vendedor de cachorro-quente:

Imagem retirada do Google
Aqui


Um homem vivia à beira de uma estrada e vendia cachorro quente. Ele não tinha rádio, não tinha televisão e nem lia jornais, mas produzia e vendia o melhor cachorro quente da região. Ele se preocupava com a divulgação do seu negócio e colocava cartazes pela estrada, oferecia o seu produto em voz alta e o povo comprava e gostava.
As vendas foi aumentando e cada vez mais ele comprava o melhor pão e a melhor salsicha. Foi necessário também adquirir um fogão maior para atender a grande quantidade de fregueses. E o negócio prosperava a olhos vistos. Seu cachorro quente era o melhor!
Vencedor, ele conseguiu pagar uma boa escola ao filho. O menino cresceu, e foi estudar Economia numa das melhores Faculdades do país.
Anos depois, finalmente, o filho já formado, voltou para casa, notou que o pai continuava com a vida de sempre, vendendo, agradando e prosperando e teve uma séria conversa com o pai:
– Pai, então você não ouve rádio? Você não vê televisão? Não acessa a Internet e não lê os jornais? Há uma grande crise no mundo. A situação do nosso País é crítica. Está tudo ruim. O Brasil vai quebrar.
Depois de ouvir as considerações do filho Doutor, o pai pensou: _ Bem, se meu filho que estudou Economia na melhor Faculdade, lê jornais, vê televisão e internet, participa de redes sociais, e acha isto, então só pode estar com a razão, a coisa deve estar feia mesmo!
Com medo da crise, o pai procurou um Fornecedor de pão mais barato (e é claro da pior qualidade).
Começou a comprar salsichas mais baratas (que era, também, a pior). Para economizar, parou de fazer cartazes de propaganda na estrada.
Abatido pela noticia da crise já não oferecia o seu produto em voz alta. Tomadas essas providências, as vendas começaram a cair e foram caindo, caindo e chegaram a níveis insuportáveis e o negócio de cachorro quente do velho, que antes gerava recursos até para fazer o filho estudar Economia na melhor Faculdade quebrou.
O pai, triste, então falou para o filho: –Você estava certo, meu filho, nós estamos no meio de uma grande crise. ‘E comentou com os amigos, orgulhoso:
Bendita a hora em que eu fiz meu filho estudar economia, ele me avisou da crise.


Este texto nos revela uma grande lição: Vivemos em um mundo contaminado de más noticias e se não tomarmos o devido cuidado, essas más noticias nos influenciarão a ponto de roubar a prosperidade de nossas vidas, portanto, cuide-se, liberte-se e lute pelos seus objetivos de forma consistente e permanente.

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

Atendimento



Quem gosta de ir numa loja, supermercado, farmácia, clínica e ser mal atendido?
Ultimamente está tão difícil um atendente bom que quando me deparo com um atendimento normal, quero dizer bom, comento aos quatro cantos do mundo.
O que era pra ser normal, está escasso.
Não frequento muito, lojas de cosméticos, mas tem uma rede aqui que eu gosto de comprar batons e hidratantes, mas quanta mocinha abusada, viu?
As carinhas enjoadas como se eu estivesse pedindo por favor para comprar.

Vou contar uma história.
Uma amiga minha trabalhava numa clínica, não muito satisfeita, mas atendia como ninguém.
Sempre simpática, gentil, sorridente.
Um dia, atendeu um empresário tão bem, mas tão bem que o mesmo, muito sério e respeitador, a convidou para trabalhar em sua empresa.

Ela, hoje vive muito bem e com um cargo excelente, a sua altura.

É isso gente, trabalhar agradecendo o que tem e se não está satisfeito, busque outra coisa melhor.
Vamos combinar que um bom atendimento é fundamental para prosperar nos negócios.

Ah, outra coisa que dispenso totalmente em atendimentos é o "querida", "amor", "linda", entre outros.
Essa intimidade só para quem é muito próximo a minha pessoa.
Se for um ambiente informal para mim, "você", está de bom tamanho, senão, "senhor" e "senhora".


Todas as imagens desse post foram retiradas do Google

domingo, 5 de julho de 2015

Divertida Mente

Julho
Férias
Crianças
Adolescentes
Na cidade, várias opções e começamos por um cineminha, com o filme Divertida Mente.

Sensacional!



Um filme que conta a história de uma garotinha de 11 anos que tem que lhe dar com várias emoções ao mudar de sua cidade para outra com sua família.
Dentro da sua cabeça vivem a Alegria, a Tristeza, o Medo, a Raiva, e a Nojinho. Esses são os personagens que fazem as emoções da garotinha.
Do meu ponto de vista, a Tristeza tem o papel principal. Ela proporcionou esse sentimento à garotinha, ao passar por mudanças difíceis e também a fez encontrar a volta para a felicidade.
As crianças, normalmente são defendidas pelos seus pais contra toda e qualquer tristeza, mas é de grande importância que elas tenham a oportunidade de passar por esse sentimento e crescerem sabendo que na vida existem dificuldades, perdas, mudanças e que vem normalmente junto com a tristeza.
É preciso entender que a tristeza também é saudável para o comportamento, o crescimento. Assim saberão lhe dar melhor com as decepções que aparecerem.



quinta-feira, 11 de junho de 2015

Dando o ar da graça

Não, eu não abandonei o blog, de jeito nenhum.
Nesses últimos dois meses venho adoentada, mas tá difícil.
Não sei se contei, mas em abril comecei um curso de pandeiro que há muito queria. 
Então me dediquei intensamente e acabei arrumando uma lesão na mão esquerda. Está imobilizada desde a última sexta feira.
Estou fazendo exames também. Ontem fiz uma ultra e cheguei no céu de tanta dor.
Tudo indica que é tendinite.
Nunca tive essa "ite" e nunca mais quero ter.
Então, nesses dois meses de curso, tive a dengue e agora estou com uma gripe de matar.
Não aguento mais nada.
Espero que não me apareça mais nada.
Sempre tive uma saúde de ferro.
Até gripe era difícil de ter.
Bom, dedagrafando (criei essa palavra agora) apenas com a mão direita, me despeço com saudades.
Tão logo, voltarei.
Lerei todos os comentários com carinho.
Até breve!
Xeros

sexta-feira, 10 de abril de 2015

A idade e a mudança


Nas minhas andanças por aí, passei no 50 e mais e vi esse texto.
Não lembro de já ter lido, mas me identifiquei na hora.





Mês passado participei de um evento sobre o Dia da Mulher. Era um bate-papo com uma platéia composta de umas 250 mulheres de todas as raças, credos e idades. E por falar em idade, lá pelas tantas, fui questionada sobre a minha e, como não me envergonho dela, respondi.

Foi um momento inesquecível… A platéia inteira fez um ‘oooohh’ de descrédito. Aí fiquei pensando: ‘pô, estou neste auditório há quase uma hora exibindo minha inteligência, e a única coisa que provocou uma reação calorosa da mulherada foi o fato de eu não aparentar a idade que tenho? Onde é que nós estamos?’

Onde não sei, mas estamos correndo atrás de algo caquético chamado ‘juventude eterna’. Estão todos em busca da reversão do tempo. Acho ótimo, porque decrepitude também não é meu sonho de consumo, mas cirurgias estéticas não dão conta desse assunto sozinhas.

Há um outro truque que faz com que continuemos a ser chamadas de senhoritas mesmo em idade avançada. A fonte da juventude chama-se “mudança”. De fato, quem é escravo da repetição está condenado a virar cadáver antes da hora.

A única maneira de ser idoso sem envelhecer é não se opor a novos comportamentos, é ter disposição para guinadas. Eu pretendo morrer jovem aos 120 anos. Mudança, o que vem a ser tal coisa? Minha mãe recentemente mudou do apartamento enorme em que morou a vida toda para um bem menorzinho.

Teve que vender e doar mais da metade dos móveis e tranqueiras, que havia guardado e, mesmo tendo feito isso com certa dor, ao conquistar uma vida mais compacta e simplificada, rejuvenesceu.

Uma amiga casada há 38 anos cansou das galinhagens do marido e o mandou passear, sem temer ficar sozinha aos 65 anos. Rejuvenesceu. Uma outra cansou da pauleira urbana e trocou um baita emprego por um não tão bom, só que em Florianópolis, onde ela vai à praia sempre que tem sol. Rejuvenesceu.

Toda mudança cobra um alto preço emocional. Antes de se tomar uma decisão difícil, e durante a tomada, chora-se muito, os questionamentos são inúmeros, a vida se desestabiliza.Mas então chega o depois, a coisa feita, e aí a recompensa fica escancarada na face.

Mudanças fazem milagres por nossos olhos, e é no olhar que se percebe a tal juventude eterna.Um olhar opaco pode ser puxado e repuxado por um cirurgião a ponto de as rugas sumirem, só que continuará opaco porque não existe plástica que resgate seu brilho.Quem dá brilho ao olhar é a vida que a gente optou por levar.


Olhe-se no espelho…

Martha Medeiros

Editado: Esse texto é de Martha Medeiros e não Lya Luft como citei.
Grata a minha amiga por informar.



terça-feira, 31 de março de 2015

terça-feira, 24 de março de 2015

10ª Edição Bookcrossing

Vem aí a 10ª Edição do Bookcrossing Blogueiro



E eu estou dentro de novo.

Nada como "esquecer" um livro e dar oportunidade do livro viajar em outras mentes.




Quer participar?
Clica aqui no blog Luz de Luma, yes party!
E veja como é maravilhoso.


E tem o kids também
















Não fique de fora!

Todas as imagens desse post é do blog Luz de Luma , yes party!

terça-feira, 17 de março de 2015

Aniversário do blog.

Olá!
Esse mês de março marca o aniversário do Misturação, para ser mais precisa, dia 19 de Março de 2009.

É com grande alegria que comemoro mais um ano do blog e espero continuar firme e forte por aqui, pois mesmo com as outras redes sociais, nunca quis deixar esse cantinho.
E quem tem blog, pelo menos a maioria, sabe o quanto é difícil permanecer na blogosfera, uma vez que a comunicação lá pelo Facebook é mais rápida. 

Mas aqui temos o verdadeiro calor humano.
Conheci muita gente aqui do Brasil e de fora.
E digo com toda convicção que aqui tenho grandes amigos.
Queria citar alguns, mas é tão chato quando a gente "esquece" de alguém. Quando digo esquecer, não quero dizer que aquela pessoa não é significativa, é que temos menos contato, mas a amizade é forte.

E agradeço de coração ao blog e aos blogueiros que estão comigo até hoje.
Algumas vezes fiquei um bom tempo sem postar e sem visitar os blogs, mas nesses seis anos não esqueci de nenhum.

Então preparei a festa para receber os convidados.
Sejam todos muito bem vindos.








Divirta-se e obrigada pela presença.

As imagens desse post foram retiradas do Google

sexta-feira, 13 de março de 2015

Deus não está morto




Ontem a noite assisti o filme "Deus não está morto".
Um filme intrigante e polêmico, como tudo que se relaciona com religião causa.

Um jovem estudante cristão que se matricula em filosofia, uma das cadeiras da faculdade, onde o professor é ateu e tem a intenção de reprovar aqueles que dizem acreditar em Deus. 
Logo no início de sua aula, o professor passa uma  folha de papel para que todos os alunos escrevam que "Deus está morto". Obviamente que o aluno cristão se recusa a escrever a frase.
Daí começa a "guerra".
No filme há também uma muçulmana que segue o cristianismo.
Uma senhora com alzheimer, tem uma filha que lhe dá atenção e um filho que a ignora. Esse mesmo, namorado de uma jovem que descobre que tem câncer e é abandonada por ele.
E um pastor que recebe um amigo missionário para umas férias.

Gostaria de contar detalhadamente o filme, mas se alguém tiver a intenção de assistir, perde a graça.
No geral, existe um conflito de religião e ateus, mas cada um verá essa história com olhos diferentes. 

Mas é certo que só existe um Deus para todos e está bem vivo.

quinta-feira, 12 de março de 2015

Aniversário de Recife e Olinda


Recife, nela eu nasci.
Olinda, fala de mim.
Recife que me fez andar.
Olinda que me faz cantar.
Recife das pontes encantadas.
Olinda das ladeiras históricas.
(Ana Karla)

Parabéns Recife 478 anos e Olinda 480 anos






sexta-feira, 6 de março de 2015

Seu filho precisa mesmo ser tão feliz?


Imagem daqui
No meu tempo de criança, os pais eram pessoas esforçadas pelo sustento da família. Com ostentação ou sem, as pessoas eram mais preocupadas com o trabalho do que com ser feliz. Talvez por isso, já que filhos querem sempre fazer tudo diferente dos pais, agora todo mundo quer fazer o filho feliz, acima de tudo. Isso explica os valores escandalosos que se paga hoje em dia por uma festa de aniversário, a quantidade de brinquedos que as crianças têm e o número enorme de brasileiros indo para a Disney, às vezes para passar o final de semana. Claro que existe a culpa de muitos pais que trabalham demais e tentam compensar os filhos de alguma forma. Mas reflexo da culpa ou não, as crianças de agora nasceram para ser felizes. Será que está certo isso?

Vamos lembrar da nossa infância. Eu pelo menos, era muito feliz. Brincando com minha amiga que morava na casa ao lado, passávamos horas penteando o cabelo uma da outra, ou fazendo comidinha com as plantas do jardim. A maior aventura de que me recordo era brincar de pega-pega com o meu cachorro. Muito básico para você? Acontece que meu cachorro se transformava em uma onça que na verdade era uma Medusa, então em um simples olhar, ele poderia nos transformar em pedras. Por isso estávamos sempre equipadas com frascos vazios de shampoo cheios de água que explodiam como granadas quando caiam no chão. Pois é, criança vem com imaginação de berço. Por isso não precisa ir até Orlando ver os espetáculos de fogos de artifício para ficar maravilhada. Aliás, cá entre nós, já estive na Disney 3 vezes (2 em Orlando e 1 em Paris) e nunca vi tanta criança triste em um parque. Chorando, cansadas, angustiadas, com as mães e os familiares estressados. Claro, já viu o tamanho do lugar? E a quantidade de informação? E de sorrisos maquiados, brilhos, alegria explosiva? Gente, somos humanos. Isso não é um filme. É vida real. Não somos super heróis, nem princesas. Seu filho vai comer aquela salsicha processada junto com aquele pão velho de uma lanchonete linda com várias coisas girando, e pode ser que passe mal. E ai? Não! Não pode passar mal na Disney. Tem que curtir. Tem que ser feliz.

Eu trabalhei para a Disney traduzindo todos os materiais para português durante 4 anos. Sou encantada com a empresa e com o negócio em si, gosto de ir porque moro a 300 quilômetros de distância, temos o passe anual então é um programa barato em um lugar super organizado e bonito na maioria das vezes. Só estou usando de exemplo porque sei que é uma viagem muito cara para se fazer do Brasil mas isso não está impedindo cada vez mais brasileiros de fazerem. Minha pergunta usando este exemplo é: será que precisamos fazer tanto pelos nossos filhos? (Viagem de 8 horas de avião, filas intermináveis, kilômetros e mais kilômetros de parque de diversão) Eu suponho que não. E que está errado os pais sentirem que são responsáveis por fazer dos filhos, pessoas felizes. De onde tiramos essa ideia maluca?

O que eles precisam na verdade é de adultos para educá-los. E como adultos é claro que estamos ocupados. Com a família, com o trabalho, com as funções da casa. Se nessa lista se somar “a felicidade do(s) meu(s) filho(s)” alguém vai ficar muito sobrecarregado e frustado. Talvez seu filho, talvez você, talvez todo mundo. É chato tentar e não conseguir. Já pensou como sente os pais que pagaram a viagem em 6 vezes, passaram 8 horas na lata de sardinha, mais 1 hora em um brinquedo se o filho sair do brinquedo chorando?

Uma vez eu li o livro Encantador de Cães e fiquei fascinada com o raciocínio simples que o genial Cesar Millan escreve ali. Ele diz que cães só vão obedecer quem eles respeitam. E para ganhar respeito, é preciso ser a autoridade, é preciso colocar ordem antes do amor. Agora tente trocar a palavra “cães” por “filhos”, dá no mesmo. Autoridade é o contrário de democracia. Os pais não podem estar sempre abertos “o que querem comer, o que vamos fazer hoje, onde vamos passar as férias”. Entende como é complicado para a criança ouvir isso? Sentir que não existe uma ordem. Ela no auge dos seus 4 anos (ou por volta disso) é que precisa saber, querer e lidar com seus desejos. Meu Deus, está tudo errado ai. No meu tempo de criança, minha mãe interrompia a brincadeira trazendo uma bandeja com uma limonada fresca e biscoitos Maria. Sempre que lembro dessa cena (que aconteceu várias vezes) ela aparece iluminada como uma fada. O que eu sentia era: Nossa, ela é mágica! Como ela sabe que estamos com fome e com sede? Teria sido bem diferente se ela tivesse aparecido e perguntado: querem lanchar? vão querer sorvete ou pode ser biscoito mesmo? Estava pensando em fazer uma limonada, vocês vão beber? Ou é melhor eu trazer um suco de uva?

Infelizmente não estou escrevendo isso porque já aprendi a lição depois de ler o livro. Estou tentando aprender. E só estou escrevendo sobre isso porque descobri que tenho errado bastante. Desde que nos mudamos para Miami, fico com pena e compaixão por qualquer expressão de sofrimento que meus filhos tenham. Porque sei que é difícil para eles. E até esqueço que é difícil também para mim. Minha vida mudou completamente. Mas nem lembro disso. Só penso neles. A consequência? Minha filha de 4 anos cada dia faz uma coisa para me irritar. E então percebi que ela está fazendo isso porque eu estou irritando ela. E porque? Porque estou aberta todos os dias para ouvir, para entender o lado dela. Não parece errado à princípio, certo? Mas está errado. Criança precisa de adulto, alguém que tenha um norte, e ela acompanha o caminho, se frustando, entendendo seus limites e entendendo, porque não, que a vida não é um parque de diversões cheio de pessoas fantasiadas sorrindo para você o dia todo. A vida é para evoluir. Vamos tentar evoluir como pais antes que eles cresçam. Já pensou como deve ser frustante a adolescência de uma criança que sempre teve uma, duas, ou mais pessoas prontas a atender seus pedidos? Como deve ser difícil perder para um adulto que passou a infância sempre ganhando? Nem que a custa de 12 sofridas prestações para os pais?

Educar dá mais trabalho do que servir o sorvete antes do jantar, já que seu filho está querendo tanto. Educar envolve mais compromisso do que pagar as 6 parcelas da viagem mágica. Educar é coisa de gente grande. Deve ser por isso que crianças não podem ter filhos. Porque filhos precisam de adultos. Parece que esse é o grande problema da minha geração, não queremos ser adultos. Outro dia vi um post sobre a crise dos 25 anos. Levei o maior susto! A maioria das pessoas que conheço estão nessa crise aos 35 (ou mais). Está na hora de dar esse passo. Parar de focar só na diversão e na felicidade e evoluir, amadurecer. Todo grande passo na vida acontece quando a gente faz aquilo que é desconfortável. Já aprendemos muito sobre diversão e entretenimento, que tal agora aprender a viver?

Por Cris Leão
Fonte: http://antesqueelescrescam.com/2013/11/21/seu-filho-precisa-mesmo-ser-tao-feliz/

Me identifiquei com esse texto, por pensar parecido.
Está havendo um conflito dessa geração adulta com seus filhos, pois como a tecnologia está avançando rapidamente o modo de viver das pessoas também está mudando.
E as novas crianças já nascem nessa "onda", coisa que nós adultos estamos nos adaptando.
E é somente o encanto da tecnologia que faz uma criança feliz?
Penso que elas podem ser mais felizes com o acesso a simplicidade e com a atenção dos seus responsáveis. 

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Rótulo infantil

Imagem daqui


O rótulo infantil é o que há de pior para bloquear a inteligência de cada criança. Seja positivo ou negativo.
Todos sabem que quando depreciamos as atitudes e a forma de ser de cada um, é um incentivo para desestimulação.
Coisas do tipo, "você é burro", "você não aprende", entre outras.
Mas o que muita gente não sabe, é que elogio demais também prejudica.
Isso mesmo, quando você elogia demais uma criança, ela tende a ficar limitada naquilo em que é bom e fica com "medo" de encarar novos desafios. 
Ora, se eu já sou excelente no que faço, por que irei fazer outra coisa?
Aí está o problema.
Se a criança concluiu um trabalho e foi muito bem, merece elogio sim, e deve-se incentivar os novos desafios, os novos trabalhos, assim ela desenvolverá tudo o que é capaz.

A criança adora ouvir apenas elogios, pois é bom para seu ego, mas não para o desenvolvimento de sua inteligência.
Costumo dizer que todas as crianças são inteligentes e são capazes de realizarem qualquer coisa, mas cada uma no seu tempo, sem comparações.

Um texto que li há muito tempo e vi novamente na página de um amigo:

Gabriel é um menino esperto.
Cresceu ouvindo isso.

Andou, leu e escreveu cedo.

Vai bem nos esportes.

É popular na escola e as provas confirmam, numericamente e por escrito, sua capacidade.

“Esse menino é inteligente demais”, repetem orgulhosos os pais, parentes e professores. “Tudo é fácil pra esse malandrinho”.

Porém, ao contrário do que poderíamos esperar, essa consciência da própria inteligência não tem ajudado muito o Gabriel nas lições de casa.

– “Ah, eu não sou bom para soletrar, vou fazer o próximo exercício”.

Rapidamente Gabriel está aprendendo a dividir o mundo em coisas em que ele é bom, e coisas em que ele não é bom.

A estratégia (esperta, obviamente) é a base do comportamento humano: buscar prazer e evitar a dor. 
No caso, evitar e desmerecer as tarefas em que não é um sucesso e colocar toda a energia naquelas que já domina com facilidade.

Mas, como infelizmente a lição de casa precisa ser feita por inteiro, inclusive a soletração, de repente a auto-estima do pequeno Gabriel faz um… crack.

Acreditar cegamente na sua inteligência à prova de balas, provocou um efeito colateral inesperado: uma desconfiança de suas reais habilidades.

Inconscientemente ele se assusta com a possibilidade de ser uma fraude, e para protegê-lo dessa conclusão precipitada, 
seu cérebro cria uma medida evasiva de emergência: coloca o rótulo dourado no colo, subestima a importância do esforço e superestima a necessidade de ajuda dos pais.

A imagem do “Gabriel que faz tudo com facilidade” , a do “Gabriel inteligente” (misturada com carinho), precisa ser protegida de qualquer maneira.

Gabriel não está sozinho. São muitos os prodígios, vítimas de suas próprias habilidades de infância e dos bem intencionados e sinceros elogios dos adultos.

Nos últimos 10 anos foram publicados diversos estudos sobre os efeitos de elogios em crianças.

Um teste, realizado nos Estados Unidos com mais de 400 crianças da quinta série 
(Carol S. Dweck / Ph.D. Social and Developmental Psychology / Mindset: The New Psychology of Success), 
desafiava meninos e meninas a fazer um quebra-cabeças, relativamente fácil.

Quando acabavam, alguns eram elogiados pela sua inteligência (“você foi bem esperto, hein!) 
e outros, pelo seu esforço (“puxa, você se empenhou pra valer hein!”).

Em uma segunda rodada, mais difícil, os alunos podiam escolher entre um novo desafio semelhante ou diferente.

A maioria dos que foram elogiados como “inteligentes” escolheu o desafio semelhante.

A maioria dos que foram elogiados como “esforçados” escolheu o desafio diferente.

Influenciados por apenas UMA frase.

Se você tem um filho, um sobrinho, ou um amigo pequeno, não diga que ele é inteligente. 
Diga que ele é esforçado, aventureiro, descobridor, fuçador, persistente.

Celebre o sucesso, mas não esqueça de comemorar também o fracasso seguido de nova tentativa.

Fonte: http://www.updateordie.com/2012/04/17/o-que-acontece-quando-voce-fica-elogiando-a-inteligencia-de-uma-crianca/

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

50 Tons de Cinza

Tudo cinza.
Tem, tem sim mentes doentes causadas por traumas ou não, que sentem prazer com o sadomasoquismo , porém eu acho que pior é quem se sujeita a ser dominada(o).
Contra?
Não, nada, nadinha.
Mas não é normal.
Não sou especialista, mas acho que tem solução.


Imagem retirada do Google


Mas vamos falar do filme.
Muita repercussão. 
Achei que teria mais, muito mais.
Mas para assistir na intensão de um filme picante que trata desse assunto, está bom.

Os atores são belos e competentes.
Fazer cenas de sexo daquele jeito com mil câmeras em cima, não deve ser fácil.

E aí vale a pena assistir?
Depende da intenção.


Agora quero opiniões.
Quero ver se meu ponto de vista muda ou me acrescenta em algo que não captei no filme.

O que você acha?

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Quarta feira grata II



A partir das prévias
Do sobe e desce
de fantasia
de orquestra
de frevo
de troças
de blocos
de maracatu
de samba
de todos os ritmos
até de *Sofrência. 
Dos bonecos gigantes.
De encontros
de desencontros.
De cerveja
de caipirosca
de água.
(Editado em 2015)

E esse ano foi de superações e realizações.
Eu consegui superar o pavor da multidão.
Realizei tocando num bloco, o bloco Samba Soul Delas.

Um bloco formado por mulheres, que saiu com muita alegria e carisma nas ladeiras de Olinda.
Lindo de ver e de dançar.








Sem falar que o Homem da Meia-Noite me encantou.
Show!



E de tantas e tantas mais...


A quarta feira é grata.

Grata por mais um carnaval de harmonia e paz.
Até 2016!

Alguns links que falam do Carnaval e destaca o Samba Soul Delas:
Carnaval G1
Melhores momentos Diário de Pernambuco
Globo News
Página do Facebook do Samba Soul Delas


* Sofrência , uma música que pegou por aí do cantor Pablo.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Quanto ganha um professor?

Esse é um poema em quadrinhos retratando o constrangimento de quanto ganha um professor.
Bem interessante.



Para ver e ler melhor, clique AQUI.



Taylor Mali (1965-) é um norte-americano que participa de competições de poesia e fez parte de quatro equipes vencedoras no National Poetry Slam. Quanto Ganha o Professor é seu poema mais conhecido e surgiu a partir de uma conversa que ele realmente teve num jantar. Você assiste Mali interpretando o poema neste vídeo e mais do seu trabalho em seu canal no YouTube. O poema também virou título de um livro escrito por Mali: What Teachers Make – In Praise of the Greatest Job in the World. Mali trabalhou como professor de inglês, história e matemática durante nove anos e continua sendo defensor de professores em todo o mundo.

Para saber mais do autor e do Lápis Zen, clique aqui.

Bom dia!



sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Voltei



Olá!

Demorei nessas férias?

Até que sim, mas o suficiente para comparecer firme e forte aqui na blogosfera.
Primeiramente quero desejar um ano novo de grandes prosperidades e felicidades, porém o mais importante é a nossa saúde.

Acho que estou virando uma mulherzinha.
Ããã?

Eu quero dizer que o tempo está me consumindo e mais ainda por ser mulher.
Mulher que dá conta de casa, de filhos, marido, trabalho e estudos.

E lógico, o lazer, por que ninguém é de ferro.

E por falar em lazer, arrumei um há seis meses que é maravilhoso. Um lazer que vai realizar um dos meus inúmeros sonhos. Tocar nas ladeiras de Olinda no carnaval.
Isso mesmo, faço parte de um bloco chamado Samba Soul Dellas. E aproveito para convidar a todos que estiverem por aqui na semana do carnaval para conhecer e brincar nesse bloco.

É só chegar no sábado e/ou na segunda feira de carnaval no Mosteiro de São Bento as 10:30 e curtir. Sairemos pelas ladeiras brilhando e espalhando alegria.

Vamos?

Farei um outro post apresentando melhor o bloco.

Enquanto não chega o grande dia, vou trabalhando aqui por que a educação não pode parar.

E vamos em frente!!!

Xeros

domingo, 16 de novembro de 2014

Libertação

Aqui, mais uma participação minha no BookCrossing Blogueiro, sendo essa a 9ª edição promovido pela blogueira Luma do Luz de Luma, yes party!

É sempre uma grande emoção escolher e libertar um livro. Dá uma sensação de alegria, prosperidade, desapego.
Saber que alguém encontrará esse e imaginar que fará um bom proveito, ou passar adiante, sei lá.



Editado em 17/11/2014 às 09:38
Eu libertei esse livro em uma mureta baixa no Alto da Sé em Olinda.
De longe fiquei observando com minha família a pessoa que acharia esse livro.
Passaram algumas pessoas, olharam e nada.
Até que uma jovem viu, pegou o livro, leu o meu bilhete e saiu pulando para junto de sua turma super feliz em ter encontrado o livro. E nós de cá registramos e também ficamos eufóricos com essa moça.
Como não acho adequado, não vou publicar as fotos, mas foi sensacional.
Amei!
De todas as vezes que eu participei, essa foi a melhor.
Cada ano uma nova emoção.


Ainda estou separando outros títulos a serem doados, incluindo livros infantis que já não servem mais para meus filhos, mas será útil para outros.
Penso em fazer um bazar no meu espaço pedagógico promovendo a doação e/ou a troca entre meus alunos e amigos. Assim todos poderão escolher a vontade.
Tão logo aconteça, trarei o resultado aqui.

Por enquanto fico aqui com a minha participação no 9º BookCrossing Blogueiro.