sexta-feira, 2 de agosto de 2013

TOTEM - 25 ANOS



Oficina Corpo Ritual – Grupo Totem



Dentro das ações comemorativas pelos seus 25 anos, o Grupo Totem visando compartilhar sua linguagem híbrida, ritualística, irá ministrar a oficina Corpo Ritual, tomando como base o trabalho corporal, um dos pilares de sua pesquisa continuada de linguagem, desenvolvida em suas performances, encenações performáticas e outras atividades. Os integrantes do Totem partilharão suas experiências tomando o corpo como o sujeito e o objeto da arte, investindo na construção do corpo performático, através do qual ocorrem as emergências, os fluxos. Um corpo criador à procura da retomada de contato com elementos cosmológicos, que busca materializar a metafísica através da performance, o ritual contemporâneo.

A oficina se desenvolverá em seis encontros divididos em duas estações, a primeira se dará em um espaço fechado, a Peligro, onde serão realizadas investigações teórico/práticas de autopoiesis, de presença, de ritualidade, a fim de adotar o corpo como motor da obra, como lugar de criação: performance. O trabalho estará apoiado nos conceitos de persona, desterritorialidade, memória sensorial, mandalas de energia, pintura corporal e interpenetração de linguagens teatro/ritual/performance. A segunda estação será vivenciada em ambiente natural, em Aldeia, na Mata Atlântica, a fim de deixar o corpo acessível às influências do lugar (espaço), visando atingir o eu-ritual, o topos mítico. 
A oficina culminará com a criação de trabalhos híbridos de performance + fotografia, ‘foto-performances’, as quais serão performadas em ambiente natural sem a presença de público/plateia, estando presentes apenas os oficineiros, os participantes e os fotógrafos do projeto. 
A oficina está voltada para performers, atores, dançarinos, estudantes de artes cênicas, arte educadores, arte terapeutas, e demais pessoas interessadas em trabalhos corporais. 

Coordenação: Fred Nascimento e Lau Veríssimo
Ministrantes: Fred Nascimento, Gabi Cabral, Juliana Nardin, Lau Veríssimo, Tatiana Pedrosa e Taína Veríssimo. 
Fotógrafos: Camilla Rocha, Elizabeth Leal, Elizabeth Moreira, Fernando Figueirôa e Renata Pires.

PERÍODO: dias 10, 17, 24 e 30 de agosto; dias 14 e 21 / setembro / 2013
HORÁRIO: 14:00 às 18:00
LOCAL: PELIGRO - Rua Dona Ada Vieira, 112, Casa Forte e Aldeia/Camaragibe (Mata Atlântica)
INVESTIMENTO: 150,00 via depósito bancário. Banco do Brasil, agência nº 3242-5 Conta nº 5020-2 
Informações: e-mail grupototem@hotmail.com
(81) 87324678 (Taína); (81) 88679316 (Lau)
(Fonte: Grupo Totem)


Totem – 25 anos

Trajetória

O Totem é um grupo de teatro do Recife, uma cidade com todas as contradições sociais e econômicas que possam existir numa metrópole miscigenada culturalmente, um mosaico de manifestações culturais da tradição, misturadas com a cultura de massa que nos chega via satélite. Digo isso, pois, as grandes festas de rua como o ciclo junino, com todo o seu burburinho e luminosidade, e o carnaval, convivem com a cultura pop, planetária, urbana. O Grupo Totem surgiu em 1988 com a finalidade de desenvolver um trabalho de pesquisa/investigação cênica, com um projeto de mistura de linguagens artísticas investindo na construção de uma poética própria.
Baseado em nomes como Antonin Artaud, Bod Wilson, Pina Bausch, Peter Brook, Renato Cohen e Rudolf Laban, com aportes na filosofia, antropologia e psicologia analítica, o grupo se permite dar continuidade a pesquisas que possam ser instrumentos para seu espaço criador. O trabalho artístico do Totem integra variadas técnicas das artes cênicas (teatro e dança) e de outras linguagens artísticas, abrangendo a música, as artes visuais e a performance. Desde sua fundação, o grupo dedica-se a um trabalho de pesquisa de linguagem, tomando o teatro como base, mas deixando-se infectar pela performance. Essa contaminação é a fórmula de sua poética na busca de criar uma encenação performática enquanto texto, construção que se dá num sistema aberto de cocriação.
Nas suas performances e espetáculos, o grupo procura a diluição das fronteiras entre as linguagens. Na construção de seus trabalhos, o corpo é tomado como motor da obra, seus performers são cocriadores de seus espetáculos, cujas criações, performances individuais, são amarradas pela encenação, criando uma obra coletiva. Durante todos esses anos o Totem vem construindo uma trajetória singular marcada fortemente pela experimentação, pela investigação, cujos resultados são de trabalhos híbridos, miscigenados.
As criações do Totem se concretizam a partir da tessitura de uma malha de linguagens, levando à construção de performances e encenações performáticas de estrutura narrativa distanciada da linearidade aristotélica, que se estrutura a partir de uma forma de pensar via performance, misturando códigos do teatro contemporâneo, da dança, das artes visuais, da música instrumental. 
No seu percurso, o grupo conta com mais de trinta trabalhos divididos entre encenações performáticas e performances, que se subdividem em três principais tipos: 1- Encenações de Teatro Performático, criadas para palco italiano, semi-arena e alternativo; 2- Performances híbridas, criadas para espaços alternativos fechados ou abertos; 3- Performances/intervenções urbanas, de forte interação cênico/visual. 
O Totem mantém uma constante atividade, que vai além da produção de trabalhos/montagens, e que se mantém ao longo do tempo, é a formação de artistas, que acontece sem financiamentos, sem o suporte financeiro de governos ou empresas. É o tipo de grupo de teatro formado por artistas que trabalham juntos por razões que vão além das questões financeiras, pois algo mais os movem, compartilhando visões artísticas e estéticas. Uma postura oposta ao conceito neoliberal que domina o mercado. Não estar vinculado a governos ou empresas, propicia a liberdade de criação e atuação, vinculadas à filosofia de trabalho do grupo.
O grupo continuamente se assumiu como seu próprio produtor cultural, assim tem total controle sobre sua própria produção, o que o caracteriza como independente. Se o capital está por trás de tudo, torna-se fácil imaginar as dificuldades de produção encontradas na sua trajetória. Hoje, depois de vinte e quatro anos, o grupo tem consciência de nunca ter feito nenhum tipo de concessão, de não ter aberto mão de seus princípios, a fim de ocupar espaços no mercado de arte. Essa postura lhe conferiu uma ampla liberdade de criação poética, fruto da obstinação de seus integrantes.  


 O Ator-performer 

Um ponto importante deve ser destacado, é a busca do ator-performer, um ator criador, um ator-autor. Um ator que além de usar bem a palavra tenha um pouco do dançarino, que usa mais o corpo que as palavras. Uma das principais características desse ator-performer é a atuação performática. Sem esquecer que a linguagem do grupo é uma mixagem de diversas falas, entre elas a do ator-performer. Por outro lado, está presente a busca por uma ‘presença’ do ator-performer.  
Nos laboratórios do grupo tanto são utilizados exercícios teatrais quanto da dança contemporânea, criando uma zona de não-definição de fronteiras no trabalho corporal, ficando difícil classificar se as partituras corporais criadas para as performances são de teatro ou de dança. Alguns dos principais elementos da dança contemporânea, da qual o grupo se apropriou, foram as dinâmicas de movimento, dinâmicas de espaço, a partir de laboratórios corporais conduzidos, principalmente, por Lau Veríssimo, preparadora corpórea do Totem. A ênfase na expressão do corpo foi incorporada ao longo do tempo. 
A inclusão de práticas e conceitos ligados a área da performance como presença, mitologia pessoal, topos mítico, construção de personas, memória sensorial, é essencial para o desenvolvimento da poética do ator-performer, numa profunda investigação que visa uma experiência visceral. Desse modo, a performance e a dança, aos poucos foram atribuindo ao corpo um papel fundamental na construção dos trabalhos dos componentes do Totem, ampliando o discurso do corpo. 


A encenação performática

Os trabalhos do Totem são criados a partir de procedimentos que sempre contemplam as múltiplas contribuições de todos os artistas envolvidos no processo, coautores de um texto polifônico regido pelo encenador. Podemos elencar algumas características como a ausência de textos dramáticos, o distanciamento da narração de uma história com começo meio e fim, a ausência de uma ficção, de conflitos psicológicos, de personagens. A constante presença de narrativas não lineares, a utilização da colagem de performances e mídias, acaba por criar uma autonomia do ‘texto teatral’ em relação às convenções. 
Quanto à estrutura das encenações do Totem, são constituídas por cenas independentes e móveis, cuja ordem pode ser alterada sem prejuízo para o espetáculo. O texto pronunciado, quando entra no espetáculo, é mais um elemento da construção, não o principal, e entram como textos móveis, tal quais as cenas. 
A opção de trabalhar outra relação de hierarquia entre as linguagens também se reflete na criação dentro do grupo, resultando numa horizontalização, onde todos são coautores de uma cena múltipla, polifônica, uma colagem de mídias construída de maneira risomática, apontando para a construção de uma poética própria. Os trabalhos são criados em work in process, numa verdadeira rede de criação, pois além dos atores-performers, os músicos, os artistas visuais e outros artistas participantes da construção do trabalho, tem total liberdade de criação e de opinar sobre os processos criativos. O Totem habita territórios bastardos, miscigenados, de ruptura, de cena processual e pós-dramática.
No Totem há uma fusão do espaço dramático com o espaço da performance, pois ao fundir teatro com performance, o grupo coloca aos olhos do público, procedimentos do campo da performance imbricados com procedimentos comuns ao teatro contemporâneo, como o uso de projeções, simultaneidades e uma dramaturgia construída a partir de fragmentos de textos. Ao mesmo tempo, insere a performance no espaço da dramaticidade, caracterizando uma obra que está sempre em gestação. Quando falamos de encenação performática, nos referimos principalmente à maneira como o texto espetacular é criado. Acaba se constituindo uma não-delimitação de território entre as duas linguagens, o teatro e a performance. 
A encenação performática e antropofágica abre-se à contaminação, sempre em estado de expansão, o que tem proporcionado o amadurecimento da linguagem do grupo. Mesmo nos espetáculos que têm uma narrativa mais linear, deixamos o vírus da performance se instalar e contaminá-lo. Mas sempre buscando criar imagens que remetem ao imaginário, ao mítico, permeando a cena com um nível de realidade e um nível de simbolização.
Durante sua trajetória o Totem conta com mais de 50 (cinquenta) trabalhos no seu histórico, dois dos quais, Ita (1991/2003) e Caosmopolita (2005/2009), serviram de pesquisa para a dissertação de mestrado de Fred Nascimento, diretor do grupo, intitulada Grupo Totem: a infecção pela performance e a encenação performática, na UFRN. Na qual traça um panorama da infecção pela performance sofrida pelo grupo, a influência de Antonin Artaud, o corpo ancestral/aminal trabalhado em Ita, e o corpo urbano, cosmopolitano presente em Caosmopolita.

Totem contemporâneo

No ano de 2012 o Totem desenvolveu o projeto de pesquisa A Performance do Humano: da pedra ao caos, baseado em rituais de morte, nascimento, passagem, casamento e fertilidade/colheita. Um aprofundamento na interpenetração entre teatro - ritual - performance, um ato de re-ligare com a ancestralidade e a ritualidade, que estão na base do pensamento e da poética do Totem, que busca criar um espaço-tempo ritualístico, pautado pelo afastamento da representação, do ativar forças e intensidades através do corpo e afetar as pessoas, como profetizou Antonin Artaud.
“O teatro é, antes de tudo, ritual e mágico, isto é, ligado a forças, baseado em uma religião, crenças efetivas, e cuja eficácia que se traduz em gestos, está ligada diretamente aos ritos do teatro que são o próprio exercício e a expressão de uma necessidade mágica e espiritual” (Artaud, 1984).
Durante a pesquisa foram criadas quatro grandes performances em work in process, Silência, Rebentum, Ímã e Mita, futuros espetáculos de estrutura risomática que aponta para uma constante metamorfose. Uma linguagem que gera impulsos de energia, fluxos, espasmos, estados emocionais, outra ordenação de signos, que rompe paradigmas e busca colocar a encenação no campo conceitual que trata do que vem a ser ‘texto’ no teatro. 
Todos eles são também, uma reflexão acerca da existência, o grupo Totem promove e assume a valorização da ancestralidade perdida, através da evocação de arquétipos e mitologias pessoais, favorecendo a transformação pessoal e a reorganização interna dos seus artistas e do seu público. Essa é sua performance do humano: da pedra ao caos.


Totem 25 anos – Agenda II semestre de 2013

Em 2013 o Totem está comemorando seus 25 anos com diversas ações ao longo do ano, são palestras, oficinas, apresentações e re-performances. Alguns grupos de Recife e Natal estão preparando re-performances de seus trabalhos.

Em maio o Totem se apresentou com a banda de jazz Mojav Duo, em seguida performou Mixed Totem, uma mixagem de diversas performances retiradas de trabalhos anteriores, na Mostra A Porta Aberta ano 14.1. 

No momento o grupo se prepara para ministrar a oficina Corpo Ritual, durante os meses de agosto e setembro, tomando como base, o trabalho corporal, uma dos pilares de sua pesquisa continuada de linguagem, desenvolvida durante os seus 25 anos de atividades. Um corpo performático, através do qual ocorrem as emergências, os fluxos. Um corpo criador que procura rotas para a retomada de elementos cosmológicos, que busca materializar a metafísica através da performance, o ritual contemporâneo. 

A primeira fase será vivenciada na Peligro, a segunda, de imersão, na Mata Atlântica. Ao final, a oficina Corpo-Ritual culminará com a criação de trabalhos híbridos de performance e fotografia, "foto-performances".

O Totem tem apresentações agendadas no KULTURFORUM do Centro Cultural Brasil Alemanha, no dia 26 de agosto, coma estreia de Nem Tente, um trabalho inédito, performance criada a  partir dá série de performances criadas entre 2006/2010, a partir do universo de Charles Bukowski. 

No dia 20 de setembro, o grupo vai realizar duas performances/intervenções urbanas, a primeira será Core-O-grafia-H, nos arrecifes do Marco Zero. Core-O-grafia-H é uma performance (ideia original) de Daniel Santiago, que já tendo sido performada pelo Totem junto com Daniel, em 2009. 

No dia 27 será a vez de Ato Performance, baseada em Cinco Performances em um Ato, performada no primeiro SPA das Artes em 2003.

Em outubro o Totem será o homenageado da VII Semana de Cênicas da UFPE, que terá a performance e seus desdobramentos como tema principal. Durante os cinco dias do evento, que vai de 14 à 18 de outubro, acontecerão mesas, palestras, debates, oficinas, mostra de vídeos e apresentações de grupos e coletivos, alguns dos quais mostrarão  re-performances de trabalhos do Totem. A participação do totem se dará através de apresentação de performance, debates e oficina. 


O Totem volta a apresentar Nem Tente em novembro, mais precisamente no dia 27, na MostraPE da produtora Nós Pós, no Espaço da cia Compassos. Em dezembro, Nem Tente, fecha a programação da Mostra a Porta Aberta ano 14.2 da EMAJP. (Fonte: Grupo Totem)




quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Maracatu

Vi no noticiário, a pouco, que hoje é o dia estadual do Maracatu em Olinda.

E como eu gosto muito de maracatu vou homenageando com o vídeo abaixo do Hino de Pernambuco - Maracatu Nação Pernambuco





terça-feira, 30 de julho de 2013

30 de Julho - Meu aniversário

Hoje é meu dia e como é a tradição na minha família, acordamos sempre o aniversariante cantando os parabéns. E claro que meu marido e filhos me acordaram assim, aliás fizeram bem mais, trouxeram o café da manhã na cama.
Óbvio que eu adorei.

Café da manhã na cama, não tem presente melhor.

Desde menininha que na minha casa a gente acorda o aniversariante cantando os parabéns. Éramos cinco filhos, o pai e a mãe. 
O parabéns era alto e forte.
Depois os filhos foram saindo de casa um a um e o parabéns foi enfraquecendo, mas a essência continuou firme e forte. 

Todos casados  e com seus filhos.
Eu nunca perguntei pra eles se continuam com essa tradição, mas aqui eu continuei e é muito divertido.


Então vou indo aqui, pois o dia está só começando e estou sendo muito mimada. (risos)

Mas antes deixo um bolinho pra todos que por aqui passarem, pois amig@s blogueir@s vocês são super especiais e eu fiz questão de dividir a alegria desse dia com todos.

Imagem retirada do Google

sexta-feira, 26 de julho de 2013

VOVOZAR

Tive duas lindas e maravilhosas avós.

E como hoje é o aniversário de uma grande avó, Lulú, vou homenageá-la falando de sua mãe, a minha avó Lindalva.


Vó Lindalva

Eu e Vó Lindalva, bons anos atrás



As recordações são diversas, a começar pela Rosquinha de Cerveja que ela sempre fazia para presentear seus netos no dia de seus aniversários. 
Ah como era bom!
O melhor presente.




E o Ki-suco com tareco?
Não tinha igual.




Na casa de vó tudo era especial, até mesmo as coisas mais simples que tinha lá.
Minha avó, era muito querida e ajudava muito aos pobres que em sua casa batia. Ela não era rica, mais tornava-se uma de coração, pois quem quer que batesse a sua porta pedindo, jamais sairia sem nada. 
Uma mulher digna de atitudes nobres.
Criou seus três filhos, entre eles a minha mãe, com muito carinho e amor.

E hoje, vendo as cenas do Papa na TV, lembro dela o tempo todo, pois ela era muito religiosa e me lembro quando o Papa João Paulo II esteve aqui, a forma como ela falava, o respeito.
Ainda lembro da música A Benção João de Deus que ela colocava várias vezes para ouvir.





E hoje com o Papa Francisco sinto esse carinho todo especial lembrando sempre dela.
Viva o Papa Francisco!



Hoje é aniversário de minha mãe Lulú do Blog Experiência, a quem tenho um carinho enorme.
Ela é vovó e bisavó.
É a avó que queria ser mais, mas a vida a segurou.
Vovó Lulú, és querida e amada e estarei sempre ao teu lado dando toda força a essa função de vó e bisavó.

Mãe fazendo um de seus deliciosos quitutes/JULHO 2013








Cada pessoa tem que ser o que é mesmo e oferecer o que pode, e cabe a quem recepciona compreender as diferenças de cada um.

Parabéns a todas as avós nesse dia especial!


Essa é a minha participação na blogagem Vovozar proposto por Norma do blog Pensando em Família que está completando 4 anos de blog.
Parabéns ao blog e prosperidades sempre!
Deixo essas flores pra você Norma:





quarta-feira, 24 de julho de 2013

Universo dos Games Olinda

Ontem de manhã, dia 23 de Julho de 2013, fui nessa loja em Olinda, com meu caçula de 10 anos, que economizou um dinheirinho, para comprar um jogo de Play Station 3, o Super Hero Squad. 


Ao sair da loja, meu caçula comentou logo do bônus.


Fomos friamente atendidos por dois atendentes.
Pedi gentilmente para testar o jogo, pra meu filho ver como era o jogo, mas grosseiramente o atendente disse que não podia, que não tinha esse procedimento. 
Tudo bem, pagamos e levamos o jogo pra casa.
A tarde, logo após o almoço, meu caçula com o irmão e o primo mais velho, começaram a jogar. O primo pegou a capa do jogo e viu que havia um bônus. 
Mas cadê esse bônus?
Tentaram de todas as formas e não conseguiram achar o tal bônus, que era o boneco do Capitão América.
Até onde entendo, esses jogos quando tem bônus, vem uma folhinha com o código de acesso ao bônus. 
Mas cadê a folhinha?
Catando por toda a capa, o que encontramos? Uma outra nota de venda desse mesmo jogo com data de Junho de 2012. Então os meninos me explicaram que quando se usa o bônus uma vez, não pode ser usado novamente.
Aí já comecei a achar estranho.
Tomei banho e fui com eles novamente na loja. Lá expliquei ao atendente grosseiro o que aconteceu, mas ele foi me cortando dizendo que era assim mesmo. 
Perguntei-lhe se ele poderia me mostrar onde é que estava o bônus e novamente ele foi mais grosseiro ainda, e foi logo me dando o dinheiro de volta sem mais delongam. 
Por que? 
Por que sabia que tinha agido de má fé, vendendo um jogo já usado e incompleto.
Um absurdo!
E essa não foi a primeira vez que tive problema com essa lojinha.

Dois anos atrás, levamos um Play Station 2 para orçar o conserto e como achamos o valor de R$160,00 alto, resolvemos levar em outro local. 
Tivemos que esperar um dia para a devolução do aparelho, pois a informação era que estava aberto e o técnico iria fechá-lo. 
Tudo bem.
No outro dia pegamos o PS2 e levamos para orçar em outro local. Para surpresa, custou apenas 20,00 e o problema, que era apenas um fio solto, foi resolvido.


quarta-feira, 17 de julho de 2013

Momentos de Inspiração

Clara como a lua branca
Como o sol ilumina o pensamento
No descanso da caminhada
Reflexão do que passou
E do que vem.
Leve estou
Adiante vou
Conquistar o mundo por que não posso parar.


Minha participação da Blogagem Momentos de Inspiração da querida Irene do blog Mamyrene

quinta-feira, 11 de julho de 2013

O renascimento do parto

A seguinte frase me chamou a atenção:

" Para mudar o mundo é preciso primeiro mudar a forma de nascer" 
(Michel Odent)

Pra mudar o mundo é preciso tanta coisa, mas se iniciarmos a vida de forma natural teremos uma caminho mais suave, mais humano.
Eu fiz duas cesáreas e hoje me arrependo demais.
O parto natural é sem dúvidas uma forma de amor pra todas as partes.
O interesse na cesariana é de amargar. Até mesmo uma violência com aquele "ser", que ninguém sabe se está mesmo prontinho para nascer. 
Mas o interesse dos hospitais é de desocupar os leitos o quanto antes, ganhar mais dinheiro seja como for.
O que já vi de casos de cesariana imatura. Tudo por que o médico, o hospital, o anestesista e tantos mais, tem programas a ser seguidos. 
Quanta ignorância!
Meu Deus, como as pessoas podem ser tão donas de toda e qualquer situação, sem nem mesmo pensar na vida do próximo.
O parto humanizado é uma forma de respeito ao momento da mulher.

"Já se provou que as parteiras são mais seguras que os médicos nos nascimentos de baixo risco, e que neste mesmo nascimento de baixo risco o parto domiciliar ou em Casas de Parto são tão seguros quanto os realizados nos hospitais e maternidades, com a vantagem de não realizarem tantas intervenções, pois o parto é mais natural.


O acompanhamento familiar deixa a parturiente mais tranqüila, tornando o parto mais seguro, ao constatar que a equipe especializada dos hospitais não consegue oferecer o suporte emocional que a parturiente necessita.

O Parto Humanizado significa direcionar toda atenção às necessidades da mulher e dar-lhe o controle da situação na hora do nascimento, mostrando as opções de escolha baseados na ciência e nos direitos que tem.
Fonte: (Guia do Bebê)

Para ler mais sobre parto humanizado: 
PARTO HUMANIZADO entre muitos outros sites que há no Google.

Recentemente, uma sobrinha minha teve sua filhota em casa, na banheira, num parto totalmente humanizado com doula e toda assistência emocional. Até o filhote mais novo assistiu ao parto. 
Uma emoção sem igual.
Falo sobre esse parto em outra ocasião.

Em agosto será lançado o filme "O RENASCIMENTO DO PARTO"
Vou aguardar para poder conferir.





E você, o que acha?

FACEBOOK



Esse tal de Facebook é bom e ruim.
Há momentos em que eu super curto, mas em outros eu acho uma chatice.

Pior, são as pessoas que não entendem o que quero dizer,  ou entendem e deturpam o real sentido daquilo que expresso. Seria ignorância ou demência?

E quando vem com ataques indiretos.
Putz! Ninguém merece!


Ah, e ainda tem aqueles que lêem a mensagem in box e finge que não leu. 
É inocência ou eu tenho que tomar o chazinho de "semancol"?
Por que toda vez que a mensagem é visualizada, fica registrada a hora.
Não quer responder, tudo bem, mas dizer depois que não leu, é pura falsidade.

Ah, como é bom trocar comentários com pessoas resolvidas, esclarecidas. Quando digo esclarecidas, não quero dizer super inteligentes, mas pessoas das mais intelectuais as menos estudadas, sabem se comunicar sem falsidades.

Agora, quando gosto, me expresso, e se não gosto, fico na minha.

Sacou?

Adorei reencontrar amigos de infância, amigos da adolescência, amigos do blog, entre tantos amigos que já convivo no cotidiano e claro, os familiares.

Pior que não consigo abandonar o Facebook, pois é uma comunicação rápida e as vezes apenas leio, leio, leio e vou entendendo um pouco cada pessoa.


sexta-feira, 5 de julho de 2013

Meu filho, você não merece nada

Esse texto mostra como as crianças estão sendo educadas. Totalmente despreparadas para enfrentarem o mundo, o mundo real, da vida real.
Crianças que vivem no faz de conta e tem tudo o que querem e desejam sem nenhum esforço e pais fazem de tudo para dar-lhes o que pedem. 

Eliane Brum, jornalista, escritora e documentarista. Ganhou mais de 40 prêmios nacionais e internacionais de reportagem.

A crença de que a felicidade é um direito tem tornado despreparada a geração mais preparada.
Ao conviver com os bem mais jovens, com aqueles que se tornaram adultos há pouco e com aqueles que estão tateando para virar gente grande, percebo que estamos diante da geração mais preparada – e, ao mesmo tempo, da mais despreparada. Preparada do ponto de vista das habilidades, despreparada porque não sabe lidar com frustrações. Preparada porque é capaz de usar as ferramentas da tecnologia, despreparada porque despreza o esforço. Preparada porque conhece o mundo em viagens protegidas, despreparada porque desconhece a fragilidade da matéria da vida. E por tudo isso sofre, sofre muito, porque foi ensinada a acreditar que nasceu com o patrimônio da felicidade. E não foi ensinada a criar a partir da dor.

Há uma geração de classe média que estudou em bons colégios, é fluente em outras línguas, viajou para o exterior e teve acesso à cultura e à tecnologia. Uma geração que teve muito mais do que seus pais. Ao mesmo tempo, cresceu com a ilusão de que a vida é fácil. Ou que já nascem prontos – bastaria apenas que o mundo reconhecesse a sua genialidade.

Tenho me deparado com jovens que esperam ter no mercado de trabalho uma continuação de suas casas – onde o chefe seria um pai ou uma mãe complacente, que tudo concede. Foram ensinados a pensar que merecem, seja lá o que for que queiram. E quando isso não acontece – porque obviamente não acontece – sentem-se traídos, revoltam-se com a “injustiça” e boa parte se emburra e desiste.

Como esses estreantes na vida adulta foram crianças e adolescentes que ganharam tudo, sem ter de lutar por quase nada de relevante, desconhecem que a vida é construção – e para conquistar um espaço no mundo é preciso ralar muito. Com ética e honestidade – e não a cotoveladas ou aos gritos. Como seus pais não conseguiram dizer, é o mundo que anuncia a eles uma nova não lá muito animadora: viver é para os insistentes.

Por que boa parte dessa nova geração é assim? Penso que este é um questionamento importante para quem está educando uma criança ou um adolescente hoje. Nossa época tem sido marcada pela ilusão de que a felicidade é uma espécie de direito. E tenho testemunhado a angústia de muitos pais para garantir que os filhos sejam “felizes”. Pais que fazem malabarismos para dar tudo aos filhos e protegê-los de todos os perrengues – sem esperar nenhuma responsabilização nem reciprocidade.

É como se os filhos nascessem e imediatamente os pais já se tornassem devedores. Para estes, frustrar os filhos é sinônimo de fracasso pessoal. Mas é possível uma vida sem frustrações? Não é importante que os filhos compreendam como parte do processo educativo duas premissas básicas do viver, a frustração e o esforço? Ou a falta e a busca, duas faces de um mesmo movimento? Existe alguém que viva sem se confrontar dia após dia com os limites tanto de sua condição humana como de suas capacidades individuais?

Nossa classe média parece desprezar o esforço. Prefere a genialidade. O valor está no dom, naquilo que já nasce pronto. Dizer que “fulano é esforçado” é quase uma ofensa. Ter de dar duro para conquistar algo parece já vir assinalado com o carimbo de perdedor. Bacana é o cara que não estudou, passou a noite na balada e foi aprovado no vestibular de Medicina. Este atesta a excelência dos genes de seus pais. Esforçar-se é, no máximo, coisa para os filhos da classe C, que ainda precisam assegurar seu lugar no país.

Da mesma forma que supostamente seria possível construir um lugar sem esforço, existe a crença não menos fantasiosa de que é possível viver sem sofrer. De que as dores inerentes a toda vida são uma anomalia e, como percebo em muitos jovens, uma espécie de traição ao futuro que deveria estar garantido. Pais e filhos têm pagado caro pela crença de que a felicidade é um direito. E a frustração um fracasso. Talvez aí esteja uma pista para compreender a geração do “eu mereço”.

Basta andar por esse mundo para testemunhar o rosto de espanto e de mágoa de jovens ao descobrir que a vida não é como os pais tinham lhes prometido. Expressão que logo muda para o emburramento. E o pior é que sofrem terrivelmente. Porque possuem muitas habilidades e ferramentas, mas não têm o menor preparo para lidar com a dor e as decepções. Nem imaginam que viver é também ter de aceitar limitações – e que ninguém, por mais brilhante que seja, consegue tudo o que quer.

A questão, como poderia formular o filósofo Garrincha, é: “Estes pais e estes filhos combinaram com a vida que seria fácil”? É no passar dos dias que a conta não fecha e o projeto construído sobre fumaça desaparece deixando nenhum chão. Ninguém descobre que viver é complicado quando cresce ou deveria crescer – este momento é apenas quando a condição humana, frágil e falha, começa a se explicitar no confronto com os muros da realidade. Desde sempre sofremos. E mais vamos sofrer se não temos espaço nem mesmo para falar da tristeza e da confusão.

Me parece que é isso que tem acontecido em muitas famílias por aí: se a felicidade é um imperativo, o item principal do pacote completo que os pais supostamente teriam de garantir aos filhos para serem considerados bem sucedidos, como falar de dor, de medo e da sensação de se sentir desencaixado? Não há espaço para nada que seja da vida, que pertença aos espasmos de crescer duvidando de seu lugar no mundo, porque isso seria um reconhecimento da falência do projeto familiar construído sobre a ilusão da felicidade e da completude.

Quando o que não pode ser dito vira sintoma – já que ninguém está disposto a escutar, porque escutar significaria rever escolhas e reconhecer equívocos – o mais fácil é calar. E não por acaso se cala com medicamentos e cada vez mais cedo o desconforto de crianças que não se comportam segundo o manual. Assim, a família pode tocar o cotidiano sem que ninguém precise olhar de verdade para ninguém dentro de casa.

Se os filhos têm o direito de ser felizes simplesmente porque existem – e aos pais caberia garantir esse direito – que tipo de relação pais e filhos podem ter? Como seria possível estabelecer um vínculo genuíno se o sofrimento, o medo e as dúvidas estão previamente fora dele? Se a relação está construída sobre uma ilusão, só é possível fingir.

Aos filhos cabe fingir felicidade – e, como não conseguem, passam a exigir cada vez mais de tudo, especialmente coisas materiais, já que estas são as mais fáceis de alcançar – e aos pais cabe fingir ter a possibilidade de garantir a felicidade, o que sabem intimamente que é uma mentira porque a sentem na própria pele dia após dia. É pelos objetos de consumo que a novela familiar tem se desenrolado, onde os pais fazem de conta que dão o que ninguém pode dar, e os filhos simulam receber o que só eles podem buscar. E por isso logo é preciso criar uma nova demanda para manter o jogo funcionando.

O resultado disso é pais e filhos angustiados, que vão conviver uma vida inteira, mas se desconhecem. E, portanto, estão perdendo uma grande chance. Todos sofrem muito nesse teatro de desencontros anunciados. E mais sofrem porque precisam fingir que existe uma vida em que se pode tudo. E acreditar que se pode tudo é o atalho mais rápido para alcançar não a frustração que move, mas aquela que paralisa.

Quando converso com esses jovens no parapeito da vida adulta, com suas imensas possibilidades e riscos tão grandiosos quanto, percebo que precisam muito de realidade. Com tudo o que a realidade é. Sim, assumir a narrativa da própria vida é para quem tem coragem. Não é complicado porque você vai ter competidores com habilidades iguais ou superiores a sua, mas porque se tornar aquilo que se é, buscar a própria voz, é escolher um percurso pontilhado de desvios e sem nenhuma certeza de chegada. É viver com dúvidas e ter de responder pelas próprias escolhas. Mas é nesse movimento que a gente vira gente grande.

Seria muito bacana que os pais de hoje entendessem que tão importante quanto uma boa escola ou um curso de línguas ou um Ipad é dizer de vez em quando: “Te vira, meu filho. Você sempre poderá contar comigo, mas essa briga é tua”. Assim como sentar para jantar e falar da vida como ela é: “Olha, meu dia foi difícil” ou “Estou com dúvidas, estou com medo, estou confuso” ou “Não sei o que fazer, mas estou tentando descobrir”. Porque fingir que está tudo bem e que tudo pode significa dizer ao seu filho que você não confia nele nem o respeita, já que o trata como um imbecil, incapaz de compreender a matéria da existência. É tão ruim quanto ligar a TV em volume alto o suficiente para que nada que ameace o frágil equilíbrio doméstico possa ser dito.

Agora, se os pais mentiram que a felicidade é um direito e seu filho merece tudo simplesmente por existir, paciência. De nada vai adiantar choramingar ou emburrar ao descobrir que vai ter de conquistar seu espaço no mundo sem nenhuma garantia. O melhor a fazer é ter a coragem de escolher. Seja a escolha de lutar pelo seu desejo – ou para descobri-lo –, seja a de abrir mão dele. E não culpar ninguém porque eventualmente não deu certo, porque com certeza vai dar errado muitas vezes. Ou transferir para o outro a responsabilidade pela sua desistência.

Crescer é compreender que o fato de a vida ser falta não a torna menor. Sim, a vida é insuficiente. Mas é o que temos. E é melhor não perder tempo se sentindo injustiçado porque um dia ela acaba.

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Maria Montessori

Trago hoje uma dica de filme que assisti ontem.
Não é um filme para ser visto apenas por educadores, mas por todas as pessoas que se relacionam com crianças.

2006

Maria Montessori dedicou a vida às crianças.
Uma italiana médica, educadora e pedagoga que criou um método revolucionário.

Destacou-se por criar as "Casas das Crianças".
Mais sobre Maria Montessori aqui, aqui, aqui.

É preciso que todos entendam que o futuro vai ser sempre por nossas crianças de hoje, então mais do que importante criá-las com grandes ensinamentos. Dando orientações dignas, mostrando o caminho do respeito, da honestidade, da solidariedade, do amor.
Mas para isso não devemos cobrá-las o tempo todo de serem mais do que podem ser. Cada uma pode ser grandiosa em seu tempo e espaço.
Sobrecarregar uma criança com atividades além do que ela pode carregar por que só há espaço na sociedade quem sabe mais, é um grande engano. Para ser feliz com dignidade não é preciso TER nem SER mais, é preciso ser grandiosa no que faz, fazendo com prazer.
Criança precisa brincar e são nas brincadeiras onde elas mais aprendem. 
Acredite!
Elas podem ser mais competentes se tiverem espaço e direito a infância. 
A verdadeira infância.
Infância livre de cobranças, livre de consumismos.

SER CRIANÇA
Ser criança é estar de bem com a vida.
É acreditar no presente e tudo que podemos colher no futuro.
Ser criança é descobrir o mundo aos poucos.
É buscar o aprendizado naturalmente.
Ser criança é ser espontâneo no que diz.
É sorrir com sinceridade.
Ser criança é acreditar com confiança.
É olhar o mundo com olhos esperançosos.
Ser criança é perguntar.
É ter  respostas para as dúvidas.
Ser criança é imaginar.
É viver o mundo da fantasia.
Ser criança é confiar.
É ser confiada.
Ser criança é ser feliz.
É deixar a criança ser criança.
(Ana Karla Tenório)

E todos nós podemos ser crianças sempre, pois os valores delas são nobres e assim podemos sonhar.


terça-feira, 25 de junho de 2013

Tirando a pausa

Posso até pausar, mas não pretendo abandonar meu querido e adorável blogue.
Lá pelo Facebook, falamos como é boa a interação aqui na blogosfera e concordo plenamente, embora eu esteja pausando minhas blogagens, mas logo tudo volta ao normal.
É que, com o passar dos anos, há momentos em que se faz necessário umas pausas. As vezes falta inspiração, as vezes falta tempo, as vezes é a saúde abusando, as vezes um probleminha particular, mas o meu desejo de estar aqui diariamente é imenso, como sempre foi.
Algumas amigas blogueiras falaram lá no FB das amigas de sempre e para sempre.
Lembramos também da Glorinha e Welze e tantas que desapareceram sem deixar rastros, mas que não esquecerei.

De quatro anos pra cá, formei um grupo maravilhoso de amizade e venho conquistando outras tantas amizades aqui que sei que se fortalecem com as idas e vindas em nossos blogues.
Agradeço a todos que por aqui passam e deixam seus comentários e carinhos.
E aproveito para dar as boas vindas aos novos seguidores e dizer que logo estarei em todos com a maior satisfação.

E vamos que vamos!
Xeros



Imagem retirada daqui



EDITADO EM 27/06/2013:

Querid@s, eu não estou me ausentando do blog, não é isso, estou apenas um pouco mais lenta, aliás, há dias que estou assim.
Continuo aqui, só que mais devagar, diante as obrigações.
Agradeço a todos pelo carinho e atenção.


segunda-feira, 17 de junho de 2013

Tempo dos filhos

Batendo, pela milionésima vez, na mesma tecla, falo novamente do tempo aos filhos. Não o tempo dos filhos, mas o tempo que os pais dedicam aos seus filhos.
Falar da qualidade do tempo em que se dedica aos filhos é mais do que obrigação, porém ficar apenas meia horinha com os filhos, posso dizer que é quase nada.
Portanto qualidade e tempo é fundamental.
A opção por ser pai e mãe na atualidade é uma escolha, então essa escolha tem que ser consciente e madura, por que você ter um filho e deixar a criação por conta da escola, babá, vovó e todas as maravilhosas tecnologias que nos cercam é completamente inadmissível.
Como li em uma entrevista de Sergio Sinay em 02 de agosto de 2012, educar um filho é uma obrigação.
É um trabalho.
Então você tem que ter esse tempo, essa disposição, e garra para cuidar adequadamente do seu filho.
Mais do que amor, educar é obrigação. E de qualidade, digo.
A educação de nossos pais era mesmo diferente, as vezes rígida demais, mas nós não éramos largados como hoje as crianças são. Cada um tinha seu "papel", seu lugar e obediência era o primeiro capítulo escrito nesse papel.
Não existia tanta tecnologia e todos sobreviveram muito bem, aliás diria que, muito melhor do que hoje.
Os filhos de hoje e sempre, sempre se espelharam em seus pais, nos valores que são passado para eles. E se eu somente valorizo o ter, o material, assim será meu filho. Cada vez mais valorizando o lado material e deixando de lado a verdeira interação familiar. 
Então por que ter filhos se você não tem tempo para ele?
Não é justo com essas crianças, serem criadas por qualquer pessoa. Devem ser criadas e educadas pelos pais.
Pais que dão amor, mas que limitam.

Pais que dão atenção, mas com qualidade.
É mesmo uma obrigação, mas que seja essa obrigação prazerosa e de responsabilidade.
Não é fácil.
Muitas vezes temos atitudes que não podem ser remediadas, mas em todo trabalho é assim e com os filhos não é diferente.
Outra fala bacana que Sergio diz é que pai com amor e presença, não precisa se converter-se em uma pessoa simpática, um animador de televisão. Há que se tomar duras medidas.
E é isso mesmo, essas medidas vem ao longo de toda uma infância e adolescência.
Portanto não é fácil ser pai e mãe.
Já que hoje, ser pai e mãe é uma questão de escolha, então pense bem antes e se organize em tempo, qualidade e amor.
Filhos é uma obrigação e você pode optar.

Imagem retirada do Google


QUANTO CUSTA SEU TEMPO?

Um menino, com voz tímida e os olhos de admiração, pergunta ao pai, quando este retorna do trabalho:
_ Papai, quanto o Sr. ganha por hora?
O pai, num gesto severo, responde:
_ Escuta aqui meu filho, isto nem a sua mãe sabe. Não amole, estou cansado!
Mas o filho insiste:
_ Mas papai, por favor, diga o Sr. ganha quanto por hora?
A reação do pai foi menos severa e respondeu:
_ Dez reais por hora.
_ Então, papai, o Sr. poderia me emprestar três reais?
O pai, cheio de ira e tratando o filho com brutalidade, respondeu:
_ Então essa era a razão de querer saber quanto eu ganho? Vá dormir e não me amole mais, menino aproveitador!
Já era noite, quando o pai começou a pensar no que havia acontecido e sentiu-se culpado. Talvez quem sabe o filho precisasse comprar algo. Querendo descarregar sua consciência doída, foi até o quarto do menino e, em voz baixa, perguntou:
_ Filho, está dormindo?
_ Não, papai! (respondeu sonolento, o garoto);
_ Olha, aqui está o dinheiro que pediu, três reais.
_ Muito obrigado papai - disse o filho.
Levantou-se, retirou mais sete reais de uma caixinha que estava sob a cama e disse:

_ Agora já completei, papai. Tenho dez reais. Poderia me vender uma hora de seu precioso tempo?

(Desconheço a autoria, porém pronta para dar os devidos créditos)

sábado, 15 de junho de 2013

Em tempo de confederação

Hoje começa a tão esperada Copa das Confederações, mas por trás desse encanto há muito infortúnio.

A cobertura por parte da mídia está uma lindeza. Como eles dizem, "está tudo pronto para começar".

Pra começar, aqui precisa de muito.
Contratempos é o que não falta.

O que mais me chamou a atenção, foi a delicadeza do técnico da seleção do Uruguai perguntando, ou melhor, afirmando, que certamente, aqui em Recife as chuvas dessa época não são nenhuma novidade. 
Então, ele está coberto de razão.

Esqueceram de organizar as prévias dos treinos para as seleções que vão jogar por aqui.
O acesso ao CT do Sport está inacessível. Buracos e trânsito tomam conta da passagem no tapete vermelho.


Mas o pior já está acontecendo. 

Em tempo de copa aqui na casa, nada melhor do que lutar com as armas que tem.

Greve!

Ônibus e metrô mandam ver.
A paralisação dos ônibus nas principais avenidas de Recife até as 9h da manhã de ontem, foi um sucesso. 
Não sei se estou envergonhada ou se me orgulho dessas situações.

E isso é somente superficial. 
Tem mais aí por baixo.

Tudo isso somente aqui em Recife.
Estamos vendo muito mais por todo Brasil.


Apenas esqueceram de avisar as autoridades que quem faz uma festa bonita, é o povo, e este povo precisa de atenção e consideração.

Críticas a parte, sou brasileira de corpo e alma e torço pra que essa festa do futebol dê certo e que todos saiam satisfeitos.


PRA FRENTE BRASIL!


segunda-feira, 10 de junho de 2013

A PORTA ABERTA

Com todo o meu carinho, desejo a todos que por aqui passam, uma semana de paz e luz.
Que as energias positivas tomem conta de todos.

Aproveitando:



E nessa ocasião, o Grupo Totem será homenageado pelos seus 25 anos.

Já falei outras vezes do Grupo Totem aqui, aqui, aqui, aqui(falei mais, para ver digita na busca do meu blog o Grupo Totem que aparece todas as postagens do grupo).

Parabéns a Fred e Lau, que tive o enorme prazer de conhecê-los e a todos que fazem esse grupo.
Desejo prosperidades sempre!