sexta-feira, 8 de abril de 2011

Qual o caminho?

O caminho da vida é a morte e essa é a única certeza que temos.
Mesmo sendo de forma natural, porém para os que continuam, sente-se uma saudade doída nos primeiros momentos e depois uma saudade carinhosa.

Mas quando se fala de "morte fora de hora" como assassinato, atropelamento, doença, suicídio, é que a dor é diferente para quem fica.
Fora de hora por que não há preparação para aquele momento cruel e frio.
E quem pensa que tem esse direito?
Direito?
Não tem mesmo.
Atos inexplicáveis.
Nenhuma ciência, nem ninguém pode explicar.
Dar-se uma explicação para o "conforto" daqueles que perderam seus entes, mas sabemos que nada, nem ninguém, mesmo sem equilíbrio mental, tem o direito de barbarizar, atacando a vida de outras pessoas.
Principalmente crianças cheias de vida pela frente.

Lamento a tragédia da Escola Municipal Tasso da Silveira, no Rio de Janeiro.
E peço a Deus, que olhe por todo esse povo.
Por todos nós que estamos sofrendo com toda essa barbaridade, que assustou, chocou e revoltou.

11 comentários:

  1. Ana, vamos orar por essas familias, foi algo lamentável!

    Paz e Luz!!!

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  2. se tivéssemos menos gente se matando... que mundo bom que ia ser... e realmente ninguém tem o direito de tirar a vida do outro. nunca.

    muito triste tudo isso...

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  3. Estou enviando Reiki para toda essa tristeza Ana Karla!
    beijos
    Astrid Annabelle

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  4. Ana ainda zonza com tudo isso,nem dormir direito agarrada com Rubens,o medo toma conta da gente que só tem a olhar para o céu e pedir proteção e para isso desencavar a fé, uma fé cega ,insana e tentar seguir adiante,viver ou sobreviver.
    um beijo minha maiga e que este fds seja de paz ,só isso basta.

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  5. Não acreditamos mesmo naquilo...Imagino aa famílias envolvidas ,as crianças que assistiram.Como estão? Como ficarão? Triste!beijos,chica

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  6. Ana,
    estamos todos em choque! Eu me pergunto se tomarmos todas as medidas de segurança, vamos mesmo nos livrar de um psicótico surtado?
    Triste, muito triste.
    bjs
    Jussara

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  7. Não tem mesmo explicação ou palavra que conforte...é uma brutalidade tão grande...e pensar que os pais terão que conviver até o fim com o grito de dor preso na garganta...triste demais!!!
    bjobjo

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  8. Oi Ana Karla,

    É como se uma sombra escura descesse, cobrindo a minha alma. É assim que me sinto. Triste demais. Muita dor. E essa sensação de perplexidade, de não entender.

    (A propósito, estava assistindo ao vídeo do post anterior, o Cortella é muito bom. Gostei bastante)

    Beijos

    Carla

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  9. É, Ana, agora só mesmo muita solidariedade e uma corrente de energias boas para amainar a dor de tantas famílias. Um abraço. paz e bem.

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  10. Ficamos sem palavras e ainda estamos sem palavras para descrever toda essa tragédia.

    Força paara cada pai,mãe desses crianças!

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  11. até chegar essa morte quantos caminhos nos encontramos e nos perdemos

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