Há poucas décadas atrás o ideal para as mulheres eram ser as mais perfeitas donas de casa. Cuidar de seus filhos, cuidar da casa e ainda estar sempre bela para o marido. É realmente, isso foi há décadas atrás.
A vida atual, pede mulheres independentes e corajosas.
Os mercados querem essas mulheres altamente qualificadas, do contrário, elas não têm chances.
Mas o que é o mundo. Mulheres bem relacionadas profissionalmente e por outro lado, na maioria, seus filhos sendo criados em creches, hotelzinhos ou simplesmente em casa com suas babás sem qualificações nenhuma, no máximo o ensino fundamental I. Qual o futuro dessas crianças? Ver para saber.
As mulheres, profissionais, que podem contar com a boa vontade da família, são as mais sortudas. Deixam seus filhos aos cuidados de avós, irmãs, sogras. Dessa forma dá pra ficar mais tranqüila.
Mas, e simplesmente deixar aos cuidados das babás e “Seja o que Deus quiser?” Já pensou?
Agora, do outro lado, tem as “rainhas do lar”. Mulheres não realizadas profissionalmente, às vezes com formação universitária, porém optam ou simplesmente não tem a mesma chance, sorte ou oportunidade que muitas mulheres tem. Mais tem o lado positivo. Cuidam bem e dão total assistência a seus filhos. Mais tem que ter cuidado, pois pouco tempo com qualidade é melhor e mais proveitoso que muito tempo sem qualidade. Isto é verdade!
Mais a mulher em casa pode trabalhar e dar assistência necessária a seus filhos e marido.
Ou então não se casam. Vão viver, levar a vida apenas para o profissional.
Acho que é mais ou menos assim:
As 100% profissionais não deveriam casar, nem ter filhos. Para que? Se não tem tempo pra eles?
E as donas de casa, que se dedicam aos filhos e marido, tem que se ocuparem, trabalhar mesmo que seja em casa, ou um turno. Tem que ter de alguma forma uma independência financeira.
A mulher vem conquistando seu espaço profissionalmente.
Até que ponto vale a pena?